sábado, 10 de outubro de 2015

Anilinas


Hoje trago-vos uma ideia para reaproveitar os marcadores que já não escrevem ou escrevem mal.
Sei que parece estranho, mas é uma forma de fazer anilinas caseiras.

É muito fácil, só é preciso frascos de vidro com água, o nº de frascos varia consoante o nº de cores que se pretende fazer e cargas dos marcadores (basta parti-los com um alicate que as cargas saem bem) e coloca-las de molho até a água ficar da cor pretendida.




Pintar com anilinas é semelhante a pintar com aguarelas.



Foi uma tarde bem passada com os miúdos.



Obrigada Paula, pela dica.

Beijos.

Ana

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Reciclar Lápis de Cera


O ano letivo já começou há mais ou menos quinze dias, e em todos os inícios das aulas, temos que " dar volta" ao material escolar existente em casa, para termos noção do que precisamos comprar para os nossos garotos.

Este ano não foi exceção, e como sempre houve marcadores, lápis de cor e de cera que já não serviram para levar para a escola.

O que fazer com este material que já não tem utilidade escolar, sem ser deitar para o lixo?

Hoje trago-vos uma ideia para reciclar os restos de lápis de cera.

Material necessário:
-restos de lápis de cera
-forma de silicone para bolos ou bombons


Só temos de partir os lápis de cera em partes mais pequenas (só de modo a caber nas forminhas), separar por cores ou não, dependendo do gosto e levar ao forno a 220º.

Atenção, não coloquem a forma diretamente no forno, as forminhas de silicone tem de estar num tabuleiro plano, para não entornar, nem para queimar.


Depois de totalmente frio, é que devem desenformar, e o resultado final é este:


Novos lápis de cera, sim, novos lápis de cera mas com outras formas.

Depois de frias, estas forminhas pintam novamente com as cores que escolheram.

Podem aproveitar esta ideia, para ter novos lápis de cera para trabalhos manuais a fazer com os filhos em casa ou para ofertas tanto de festinhas de anos ou até quem sabe de Natal.

Beijos.

Ana

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Árvore das quatro estações


Numa noite destas ao ler um livro (que tinha sido meu) à Vitória, os personagens tinham feito um "relógio" das quatros estações, o que achei um projeto giro para fazer em família.

O desafio seria criar um elemento decorativo, que pudesse ser atualizado conforme a estação do ano ou alguma festividade mais marcante.

Aproveitando um bilha de barro que recolhi junto a uma fonte alentejana, um ramo de cameleira, areia da praia e pedras decorativas, criámos a nossa árvore das quatro estações para decorar o móvel do bar da nossa sala de estar.


Neste caso como é Outono, as folhas caíram dos ramos.


Aproveitei restos de feltro e com linhas de bordar fiz as nervuras de cada folha.

Um projeto bonito e simples de executar.

Beijos

Ana

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Capas para flauta


Mais um início de ano escolar, e a pequena cá de casa já precisa de flauta para as suas aulas de música.
Como herdou uma flauta da prima, pedimos à avó materna que á semelhança do mano, também fizesse uma capa reciclada e personalizada para a Vitória.


Para estas belas capas, foi aproveitado parte do tecido de duas calças de ganga já fora de uso.


A capa da Vitória foi personalizada com lindas flores de crochet.


A capa do Filipe foi personalizado com as suas iniciais.

Foram ambas aprovadas pelos garotos.

Beijos.

Ana


domingo, 27 de setembro de 2015

Coroa de Outono


O Outono chegou à 4 dias, e eu como adoro coroas, não pude deixar de fazer 1 coroa, bem, neste caso foram 2.
Desde da Primavera que tenho guardado em casa ramos de videiras.
Com os ramos moldei 2 coroas, ambas diferentes, como qualquer coisa que é feita a partir da Natureza. Arrependi-me de não as ter moldado na Primavera enquanto os galhos ainda estavam verdes, duas estações depois foi um pouco mais difícil.



O maior desafio foi mesmo a decoração, como deveria decorar 2 coroas de formas diferentes?
Tendo em conta que seriam para a porta de casa, porque não escrever a palavra "casa"?


Forrei as letras com diferentes fios de diferentes texturas. Uma coroa simples dedicada ao lar.

Como não podia fazer duas iguais, decidi que a outra seria totalmente dedicada à Mãe Natureza.


Utilizei pinhas da Serra da Estrela, "bolinhas" de Castelo de Vide  e "estrelinhas" de São Pedro do Sul.


Adorei as minhas duas coroas, mas tenho um problema, só tenho uma porta e não sei qual escolher. Assim sendo vou vender uma delas. Quem estiver interessado só tem que me enviar um email.

Beijos.

Ana

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Bolo de romã


Cá em casa houve uma "explosão" de romãs, tanto pela quantidade como pelo aspeto de algo que explodiu.




Para além de as comer à colher, em sumo, também decidi experimentar fazer um bolo de romã.


Ingredientes:

3/4 chávena de açúcar
6 colheres (sopa) de manteiga à temperatura ambiente
2 ovos grandes
1 clara de ovo
3/4 chávena de buttermilk
2 colheres (chá) de raspas de limão
2 colheres (chá) de extracto de baunilha
1/2 colher (chá) de bicarbonato de sódio
2 1/2 chávena de farinha de trigo
1/4 colher (chá) de sal
3/4 chávena de bagos de romã

Preparação:
Pré-aqueça o forno a 180ºC. Bata a manteiga com o açúcar até ficar bem misturado. Adicione os ovos e a clara, um de cada vez, batendo sempre. Numa bacia, misture o buttermilk com as raspas de limão, a baunilha e o bicarbonato. Noutra, misture a farinha e o sal e bata com a batedeira. Vá colocando alternadamente a mistura de buttermilk e de farinha na batedeira, até formar uma massa lisa. Adicione a romã, misture com uma espátula e coloque numa forma média untada. Asse por 1 hora, até que o bolo fique firme e dourado. Retire do forno e deixe arrefecer antes de desenformar.
Para o buttermilk, coloque uma colher de sopa de sumo de limão e complete com leite até obter uma chávena. Deixe descansar 10-15 minutos até que coalhe.


Este saboroso bolo foi feito para comemoração do 68º aniversário da minha mãe, e ficou aprovado por toda a família.

Beijos.

Ana

domingo, 6 de setembro de 2015

Saco para os brinquedos da praia


No início do Verão e após as primeiras idas à praia com os filhos, comecei a magicar uma solução prática e limpa para transportar os brinquedos da praia.

Quem tem filhos pequenos sabe o problema logístico que é o transporte, a limpeza, tanto da areia como da água salgada.

Então comecei a definir as principais características que o projeto deveria ter:

1º tinha de ser em forma de saco para facilitar o transporte;
2º com "buracos" para sair a areia ou a terra;
3º de uma matéria-prima que permitisse a lavagem sem ficar ensopado.

Lembrei-me então das aulas de macramé que tinha tido no 5º de escolaridade, mas não podia ser em corda ou sisal para não ensopar, corda acrílica do tipo do "fio de pedreiro", não podia ser, pois não aguentava o nó trabalhado, enfim continuava com o problema do fio.

Em Agosto quando estive no Alentejo, visitei um armazém de venda de produtos e acessórios agrícolas. Ao entrar deparei-me com uma prateleira cheia de fios de pedreiro de cores amarela, azul e verde e também com novelos gordos de um fio de borracha preta que é usado pelos agricultores. Perguntei se haveria em rosa choque, e obtive uma gargalhada sonora por parte do dono do armazém.

Descoberta a matéria prima para trabalhar, meti mãos à obra.

Ficou um saco grande, com elasticidade, lavável e que não acumula areia.

Aproveitei a minha última ida ao Alentejo este Verão para a sessão fotográfica, já com aroma a Outono.






O saco foi aprovado pelas crianças cá de casa.

Beijos.

Ana